TDS no ponto SCA
141–158 mg/L, ao redor da meta de 150 mg/L do SCA Golden Cup — sem remineralização.
Laudos LAMIN/SGB 2023
Água Hanuman para Cafés Especiais
Café é 98% água. A Água Hanuman chega naturalmente ao ponto do SCA Golden Cup — TDS perto de 150 mg/L, magnésio e cálcio na proporção certa, sem cloro e sem ferro — sem nenhuma adição mineral.
Vantagens para Cafés Especiais
141–158 mg/L, ao redor da meta de 150 mg/L do SCA Golden Cup — sem remineralização.
Laudos LAMIN/SGB 2023
Magnésio puxa acidez brilhante e aromáticos; cálcio entrega corpo e doçura.
Hendon et al. · JAFC 2014
Cloro, ferro, cobre e manganês ausentes: sem notas metálicas nem oxidação precoce em cold brew e RTD.
Laudos LAMIN/SGB 2023
Café de terroir extraído com água de terroir mineral certificado — narrativa inédita para single origins e campeonatos.
C-14 · Beta Analytic (EUA)
Para quem
O mercado
A caracterização integral da Água Hanuman — hidrogeologia, composição mineral, hipertermalidade, datação por Carbono-14, isotopia e classificação ANM — encontra-se documentada na Nota Técnica Científica-Mãe. Esta Nota desenvolve especificamente sua expressão como matéria-prima mineral natural para extração, criação e inovação em Cafés Especiais.
"O Café Especial é 98% água. Baristas de competição gastam fortunas reconstituindo artificialmente o perfil mineralógico ideal — dissolvendo saches de sais, calibrando pH, testando dezenas de combinações para aproximar-se do SCA Golden Cup Standard. A Água Hanuman — certificada por laudos federais e publicação acadêmica internacional, após 9.270 anos de filtragem na formação geológica cristalina de 2,1 bilhões de anos da Chapada dos Veadeiros — entrega esse perfil pronto. TDS 156,8 mg/L. pH 7,20–7,28. Nenhuma adição mineral artificial. Nunca."
O movimento Third Wave consolidou o café como produto artesanal de origem rastreável — e deslocou o foco do barista para cada variável da extração. A água, que representa 98% do volume da bebida, tornou-se o novo front de diferenciação premium. Empresas como Third Wave Water, CoffeeWater, Perfect Coffee Water e Barista Hustle constroem negócios inteiros sobre a premissa de que a água define o café. Todas reconstituem artificialmente o que a Água Hanuman oferece naturalmente — e com certificação científica que nenhuma delas possui.
Em 2014, Christopher Hendon (MIT/Universidade de Bath), Lesley Colonna-Dashwood e Maxwell Colonna-Dashwood publicaram "The Role of Dissolved Cations in Coffee Extraction" no Journal of Agricultural and Food Chemistry (DOI: 10.1021/jf501687c) — o estudo mais citado na interseção entre química e café especial. Usando teoria do funcional da densidade (DFT), quantificaram as energias de ligação termodinâmica de cinco ácidos presentes no café (lático, málico, cítrico, quínico, clorogênico), cafeína e eugenol com os íons Na⁺, Mg²⁺ e Ca²⁺.
CONCLUSÃO CENTRAL HENDON et al. (2014): Magnésio e cálcio são os principais contribuintes para a eficiência de extração de compostos aromáticos do café. O magnésio apresentou as maiores energias de ligação — extraindo com maior eficiência e puxando notas de acidez mais nítidas e aromáticas. O cálcio extrai compostos mais pesados, conferindo corpo e doçura.
| Íon | Hanuman | Papel na Extração de Café | Avaliação | Referência |
|---|---|---|---|---|
| Magnésio Mg²⁺ | 10,6–13,0 mg/L | Maior energia de ligação com ácidos orgânicos, cafeína e eugenol. Extrai compostos aromáticos com maior eficiência. Associado a notas de acidez brilhante, complexidade e clareza sensorial. BWT utiliza troca Mg/Ca como tecnologia premium de filtração. | ✓ Ótimo | Hendon et al. JAFC (2014) |
| Cálcio Ca²⁺ | 24,7–26,7 mg/L | Extração de compostos mais pesados — lactonas, aromáticos. Contribui para corpo e doçura. Proporção Mg/Ca ~1:2 da Hanuman corresponde ao sweet spot identificado por Colonna-Dashwood & Hendon (2015) para equilíbrio entre extração e estrutura. | ✓ Adequado | Hendon et al. (2014); Colonna-Dashwood & Hendon (2015) |
| Bicarbonato HCO₃⁻ | 136–162 mg/L | Tampão de acidez — neutraliza parcialmente os ácidos extraídos do café, estabilizando o pH da bebida. Em nível moderado, atua como protetor contra super-extração de compostos amargos em torras médias/escuras. Para torras claras e washed, recomenda-se ajuste de parâmetros. | ⚠ Gerenciável | SCA Water Standards 2025 |
| TDS Total | 141–158 mg/L | Sweet spot SCA Golden Cup: 150 mg/L. A Água Hanuman chega naturalmente a esse ponto sem nenhuma adição mineral. TDS como orquestrador: define a "força" do solvente e a extração total de sólidos dissolvidos do café. | ✓ Ideal | SCA Golden Cup Standard |
| Potássio K⁺ | 2,6–3,3 mg/L | Evidência consistente de suavização da acidez e reforço da percepção de doçura — torna a xícara mais "redonda" sem embotar a acidez. Nível Hanuman: suficiente para o efeito sem dominar o perfil. | ✓ Adequado | Literatura geral de água para café |
| Sulfato SO₄²⁻ | 4,19–4,27 mg/L | Em concentrações elevadas confere notas sulfurosas e adstringentes. Na Hanuman, nível irrelevante para qualquer efeito perceptível — é um "não-defeito", não um contribuinte positivo de sabor. | ✓ Neutro/Seguro | SCA Water Standards |
| Cloro livre / Cloreto | Ausente n.d. ✓ | Cloro é o principal interferente de off-flavors em café — reage com compostos aromáticos produzindo clorofenóis. Hanuman: zero detectado em todos os laudos LAMIN 2023 — elimina esse risco estruturalmente, sem filtração adicional. | ✓ Ideal | SCA Water Standards; LAMIN/2023 |
| Sódio Na⁺ | 3,4–4,8 mg/L | Em concentrações baixas contribui minimamente para a extração (Hendon et al., 2014). Nível Hanuman ideal: suficiente para suporte eletrolítico, insuficiente para interferência sensorial. | ✓ Adequado | Hendon et al. JAFC (2014) |
| Ferro Fe | <0,010 mg/L n.d. ✓ | Off-flavor clássico em café — confere notas metálicas e interfere na percepção de acidez. Ausência total na Hanuman: consistente com a geoquímica cristalina alcalina (Fe precipita em pH > 7). | ✓ Ideal | SCA Water Standards; LAMIN/2023 |
| Sílica Si | 11,2–12,7 mg/L | Traçador geoquímico da interação com formações quartzíticas — quartzo, ametista, berilo, turmalina. Efeito neutro na extração. Marcador científico de terroir mineral documentado em publicação peer-reviewed. | ✓ Terroir | Junqueira et al. (2022) · Elsevier |
O bicarbonato (HCO₃⁻) é o íon mais mal compreendido na química da extração de café. Sua concentração na Água Hanuman (136–162 mg/L) está acima do teto SCA de alcalinidade, mas isso não é um problema absoluto — é um parâmetro a ser gerenciado com precisão.
"O bicarbonato da Água Hanuman não é um defeito — é o sistema tampão natural de uma água que percorreu calcita hidrotermal na Falha São Joaquim. Calibrar o barista para esse parâmetro é o que distingue um profissional de competição de um operador de equipamento."
| Parâmetro | SCA Ideal | Mar/23Bol.063 | Mai/23Bol.161 | Jul/23Bol.257 | Nov/23Bol.334 |
|---|---|---|---|---|---|
| TDS (mg/L) · meta 150 | 75–250 | 141,0 ✓ | 148,3 ✓ | 158,2 ✓ | 157,0 ✓ |
| pH a 25°C · meta 7,0 | 6,5–7,5 | 7,20 ✓ | 7,74 ⚠ | 7,21 ✓ | 7,28 ✓ |
| Magnésio Mg²⁺ (mg/L) | benéfico ≥5 | 10,6 ✓ | 12,1 ✓ | 13,0 ✓ | 13,0 ✓ |
| Cálcio Ca²⁺ (mg/L) | benéfico ≥10 | 25,5 ✓ | 24,7 ✓ | 26,4 ✓ | 26,7 ✓ |
| Dureza total (CaCO₃) | 50–175 | ~114 ✓ | ~119 ✓ | ~120 ✓ | ~120 ✓ |
| Alcalinidade HCO₃⁻ | 40–75 ppm CaCO₃ | 136,7 ⚠ | 144,6 ⚠ | 155,9 ⚠ | 156,8 ⚠ |
| Sódio Na⁺ (mg/L) | <30 | 3,4 ✓ | 4,3 ✓ | 4,8 ✓ | 4,7 ✓ |
| Ferro Fe (mg/L) | <0,1 | n.d. ✓ | n.d. ✓ | n.d. ✓ | n.d. ✓ |
| Cloro livre | ausente | n.d. ✓ | n.d. ✓ | n.d. ✓ | n.d. ✓ |
| Odor / Sabor | Livre / Neutro | Inodora ✓ | Inodora ✓ | Inodora ✓ | Inodora ✓ |
✓ = dentro do parâmetro SCA ideal. ⚠ = gerenciável com ajuste de recipe. Alcalinidade ⚠ em todas as coletas é o "Paradoxo do Bicarbonato" discutido na Seção 2.3 — não é defeito, é parâmetro gerenciável. Mai/2023: pH 7,74 — único caso sazonal marginal; todas as demais dentro da faixa SCA. Boletins LAMIN/SGB/CPRM 2023 · Código 16700175 · CRC 6E2822F6.
A Água Hanuman apresenta três valores de pH distintos, cada um relevante para um contexto diferente. Confundir esses valores é o erro mais frequente na comunicação técnica de água para café:
| Medição | Valor | Contexto e Significado | Relevância para Café |
|---|---|---|---|
| pH na fonte (42°C, in loco) | 7,54–8,12 | Medido com eletrodo portátil na temperatura de emergência. Valor mais alto porque a água quente tem menor dissociação do H₂CO₃ e menor solubilidade de CO₂. | Certidão de origem e hipertermalidade — não é o pH de extração. |
| pH a 25°C (laboratório) | 7,20–7,28 ✓ | Medido em laboratório após resfriamento — padrão SMEWW 4500 H+. É o pH da água envasada que o barista recebe e aquece. | pH de referência SCA — dentro da faixa 6,5–7,5 em 3 das 4 coletas. |
| pH durante extração (90–96°C) | Não medido diretamente | Em temperaturas de extração, o pH da água diminui (mais H₂CO₃ se forma). O pH real durante a extração é próximo ou inferior ao pH a 25°C. Os ácidos do café são extraídos nessa faixa e tamponados pelo bicarbonato residual. | O bicarbonato atua como tampão estabilizador da acidez da bebida extraída. |
"O barista recebe a Água Hanuman a 25°C, com pH 7,20–7,28 — dentro da faixa SCA. O pH 8,12 medido na fonte a 42°C é a assinatura geológica de uma água que percorreu calcita hidrotermal na Falha São Joaquim. É o passaporte de origem, não o parâmetro de extração."
Na aplicação aos Cafés Especiais, o Terroir Mineral não substitui o terroir do café: encontra-se com ele. O Terroir Mineral não é apresentado como mecanismo sensorial direto — é a dimensão de origem e história da matéria-prima que encontra o terroir do café para criar um campo aberto de experimentação, descoberta e inovação.
A mesma Falha Geológica São Joaquim que condiciona a circulação e a descarga das águas hipertermais da Jazida Hanuman abriga, nas suas imediações, sítios arqueológicos com arte rupestre documentada academicamente. Muito antes da escrita, a água já emergia muito quente na Jazida — e outros seres humanos também estavam nesse mesmo território:
| Sítio | Dados documentados | Referência acadêmica |
|---|---|---|
| Pedra Escrita Alto Paraíso de Goiás Fazenda Mundo do Sossego | ~221 pinturas rupestres. Predomínio de formas geométricas; antropomorfos e zoomorfos. Sem datação direta dos pigmentos. | A arte rupestre do sítio arqueológico Pedra Escrita e sua relação com a paisagem. Editorial Diluviana — Águas, Pedras e Memórias Multimilenares. Hanuman Minas Ltda., 2026. |
| Abrigo Pedra Talhada Niquelândia – GO Margem esquerda do Rio Tocantinzinho Sítio GO-Ni.176 | 440 grafismos analisados: 92,5% geométricos, 5,91% zoomorfos, 4 mãos carimbadas. Data mais recuada: 2.960 anos AP. Inundado em 1997 pelo lago da UHE Serra da Mesa — sobrevive pelo acervo do Museu Antropológico/UFG. | Melo Vaz, L.J. de. Memória da Pedra Talhada. Dissertação Mestrado FAV/UFG, 2005. Acervo MA/UFG. |
| Serranópolis Sudoeste de Goiás | Complexo de sítios com arte rupestre e ocupação documentada desde a transição Pleistoceno-Holoceno, com datações de até 11.000 anos AP — um dos conjuntos mais antigos e mais estudados do Brasil Central. | Schmitz, P.I. et al. — Instituto Anchietano de Pesquisas (UNISINOS). Arqueologia nos Cerrados do Brasil Central: Serranópolis (série Documentos, desde 1989). |
| Göbekli Tepe Sanliurfa, sudeste da Turquia | Complexo monumental de pilares megalíticos em forma de T; camadas mais antigas datadas em c. 9.600 a.C. (~11.600 anos AP) — o mais antigo complexo monumental conhecido pela arqueologia, anterior à agricultura sedentária e à escrita. Patrimônio Mundial UNESCO (2018). | Schmidt, K. (2006). Göbekli Tepe — Ein Steinzeitliches Bergheiligtum. München: C.H. Beck. |
Na Chapada dos Veadeiros, a água e a rocha registram temporalidades diferentes e complementares. A geologia cristalina guarda 2,1 bilhões de anos da história do planeta. A água subterrânea registra a chuva, o percurso, os minerais e o tempo de residência — 9.270 anos documentados por Carbono-14. Os paredões pintados registram a presença humana, a percepção da paisagem e sistemas de comunicação cujos significados completos ainda não conhecemos. Os grafismos do Abrigo da Pedra Talhada e do Paredão da Pedra Escrita guardam referência tipológica com os sítios de Serranópolis — datação contemporânea às camadas mais antigas de Göbekli Tepe, na Turquia, e anterior em milênios à invenção da escrita cuneiforme na Suméria, c. 3.200 a.C. A semelhança dos grafismos nos sítios da Pedra Talhada e Pedra Escrita permite falar de uma longa presença e interação humana com a paisagem e a hidrogeologia da Chapada dos Veadeiros.
"Muito antes da escrita — e muito antes de existir café como bebida em qualquer lugar do planeta —, a água já emergia muito quente na Jazida. Os grafismos rupestres da Pedra Escrita e do Abrigo Pedra Talhada registram que outros seres humanos também habitaram e percorreram esse território por milênios. Não sabemos se beberam desta água. Sabemos que ela estava lá quando eles também estavam."
O Abrigo Pedra Talhada está localizado na margem esquerda do Rio Tocantinzinho, a 50 metros da margem, em Niquelândia – GO. A Jazida e Poço/Fonte Hanuman I está igualmente na margem esquerda do mesmo rio, subindo o curso, próxima aos paredões do Cânion de encontro com o Rio São Miguel. São dois pontos de caminhada próxima na mesma margem do curso d'água — um com arte rupestre de 2.960 anos AP, o outro com surgência de água quente de 9.270 anos. A pesquisa arqueológica futura na área seguramente aprofundará o que essa coincidência geográfica sugere.
A associação direta entre as populações autoras dos grafismos e o uso específico das águas da Jazida Hanuman requer pesquisa arqueológica adicional — as publicações disponíveis não documentam nem referenciam essa possibilidade. O que é documentado é a proximidade física e geológica entre sítios rupestres e o sistema hidrogeológico da Falha São Joaquim. Essa ausência de prova não empobrece a narrativa: transforma o produto em convite à pesquisa.
Referências: Melo Vaz, L.J. de (2005). Memória da Pedra Talhada: arte rupestre em Niquelândia – GO. Dissertação Mestrado FAV/UFG. Sítio GO-Ni.176. · Editorial Diluviana — Águas, Pedras e Memórias Multimilenares. Hanuman Minas Ltda., 2026. · Schmitz, P.I. et al. — Instituto Anchietano de Pesquisas (UNISINOS) — arte rupestre de Serranópolis, GO. · Pendergrast, M. (2010). Uncommon Grounds: The History of Coffee. Basic Books — origem etíope e primeiras casas de café otomanas, séc. XVI. · Schmidt, K. (2006). Göbekli Tepe — Ein Steinzeitliches Bergheiligtum. München: C.H. Beck.
| Parâmetro | Água Hanuman | Volvic | Third Wave Water | Barista Hustle | Osmose Reversa |
|---|---|---|---|---|---|
| TDS (mg/L) | 141–158 ✓ | ~110 | ~150 ✓ | ~150 ✓ | 0–10 ✗ |
| pH (25°C envasada) | 7,20–7,28 ✓ | 7,0 ✓ | ajustável ✓ | ajustável ✓ | variável ✗ |
| Mg²⁺ (mg/L) | 10,6–13,0 ✓ | 8 | artificial ✓ | artificial ✓ | 0 ✗ |
| Ca²⁺ (mg/L) | 24,7–26,7 ✓ | 12 | artificial ✓ | artificial ✓ | 0 ✗ |
| Cloro livre | Ausente ✓ | Ausente ✓ | Ausente ✓ | Ausente ✓ | Ausente ✓ |
| Origem | Natural mineral | Vulcânica | Sachê químico | Sais em DI water | Filtrada |
| Certificação federal | ANM + LAMIN ✓ | Rótulo | — | — | — |
| Publicação peer-reviewed | Elsevier 2022 ✓ | — | — | — | — |
| C-14 / Terroir documentado | 9.270 anos ✓ | ~50 anos | N/A | N/A | N/A |
Objetivo: Demonstrar estatisticamente a influência da Água Hanuman no perfil sensorial do café extraído. Design: 3 águas × 2 métodos × 3 origens × 3 réplicas = 54 xícaras.
Hipótese testável: A Água Hanuman produzirá café com TDS de extrato estatisticamente equivalente ou superior ao Third Wave Water, com maior corpo e doçura em torras médias/escuras e maior complexidade em washed coffees — resultado da proporção Mg/Ca ~1:2 e da mineralização geológica documentada. Avaliação: fichas SCA, Q-Grader certificado, ISO 4120:2021.
Para quem desejar contribuir para a Biblioteca Viva de Extrações Hanuman sem infraestrutura de laboratório formal:
| Campo | Registro Sugerido |
|---|---|
| Café | Origem, variedade, processo, torra e data de torra |
| Água | Água Hanuman + uma ou mais águas de referência definidas pelo operador |
| Método | Cupping, V60, Kalita, Chemex, prensa francesa, espresso, AeroPress ou outro |
| Receita | Dose, volume, relação café/água, moagem, temperatura e tempo |
| Medições | Quando disponíveis: TDS da bebida, rendimento de extração, pH e temperatura |
| Sensorial | Aroma, doçura, acidez, corpo, equilíbrio, finalização, clareza e impressão global |
| Comparação | Preferencialmente replicar a receita mantendo constantes as demais variáveis |
O Hanuman Water Token (HWT) — 1 HWT = 1 litro — permite que cafeterias, torrefadores e baristas reservem agora o seu volume desta água ao preço de pré-venda de US$ 2,00/litro — antes do envase industrial previsto para 2028. Amostras sensoriais institucionais disponíveis para cafeterias parceiras, Q-Graders e torrefadores.
O HWT organiza o acesso. A comunidade experimenta. A experiência produz conhecimento. O conhecimento amplia as possibilidades de utilização da Água Hanuman. À medida que a comunidade cresce, os registros formam a Biblioteca Viva de Extrações Hanuman — organizada por origem do café, método, temperatura, relação café/água e percepção sensorial.
"42°C na fonte não é o ingrediente da extração — é o certificado de que 9.270 anos de filtragem percorrendo jazida de cristais de quartzo, ametista, berilo, ouro e outros minerais numa das formações geológicas mais antigas do planeta produziram a composição certa."
Nota de Integridade Científica — Esta Nota distingue o que sabemos dos dados, o que os dados permitem inferir e o que permanece campo de investigação. O que sabemos, afirmamos. O que os dados permitem inferir, defendemos. O que a experiência revela, registramos. O que ainda não sabemos, investigamos. Dados oficiais são apresentados como tais; Hendon et al. (2014) é a base científica primária da seção de íons; interpretações setoriais são fundamentadas; experiências são registradas como experiências. O TDS e o perfil mineral da Água Hanuman são os registrados nos laudos LAMIN/SGB/CPRM.
HWT · Hanuman Water Token
O token organiza o acesso à matéria-prima física: reserve agora o seu volume na pré-venda, com rastreabilidade de origem, lote e destino. A comunidade experimenta, a experiência vira conhecimento.